O cantor Almir Rogério também fez sucesso com o seu Fuscão Preto. E o que dizer então da Brasília Amarela dos Mamonas Assassinas?!
Os sertanejos Milionário e Zé Rico cantaram um trágico acidente: “o destino cruel e traiçoeiro marcou a hora e o lugar. A chuva fina e a pista molhada com uma carreta foram se chocar”.
Angélica, a sra Luciano Huck, que hoje só anda de helicóptero, no passado cantava alegremente: “vou de táxi, cê sabe, tava morrendo de saudade”.
Léo Jaime, nos saudosos anos 80, usou a música para falar de menininhas ricas cobiçadas por garotos pobretões: “você vai de carro para a escola e eu só vou a pé”.
Na canção Ouro de Tolo, Raul Seixas dizia: “eu devia estar feliz porque consegui comprar um Corcel 73”.
O nordestino Belchior também viajou na música: “e as paralelas dos pneus na água da chuva são duas estradas nuas”.
Já o mineiro e internacional Toninho Horta, batizou seu jipe de Manuel e compôs para ele uma bela canção: “viajar é mais e eu quero mais a rua, luz, estrada, pó”.
Em um país continental como o Brasil, repleto de rodovias e pobre em ferrovias, o que não falta são canções sobre automóveis.
Como dizia aquele slogan publicitário, brasileiro é louco por carros (e por música também).
Um abraço do Piloto X. Paz.


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